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Uso de celulares na infância, aquecimento global e aluguéis no Pós-pandemia – Programa InfoWest

Por Arthur Gemeli, Andriel Martinez, João Victor Borges, Matheus Possebon e Weverton Pereira

O programa InfoWest conta sobre o uso excessivo de celulares na infância, sobre clima, temperatura e aquecimento global e a demanda por aluguéis no Pós-pandemia. Na saúde das crianças, especialistas comentam sobre essa nova era tecnológica e suas consequências. No clima, o aumento das temperaturas neste verão, principalmente na região Sul. Já na busca por aluguéis de imóveis por parte dos estudantes das universidades, antes e depois da pandemia, as expectativas e procura por parte dos universitários no setor são abordadas. Ouça o programa na íntegra:

O produto foi desenvolvido no componente de Radiojornalismo I, com a supervisão do professor Alexandre Augusti e produção dos discentes Arthur Gemeli; Andriel Martinez; João Victor Borges; Matheus Possebon e Weverton Pereira

#pedagogia #educaçãonapandemia #SãoBorja  #radiojornalismo
Imagem: Istock

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A dificuldade da alfabetização infantil – Programa Pedagogia na Pandemia

Por Caroline Menegassi, Júlia Luiza, Luciane Mancilia e Mariana Collins

O programa Pedagogia na Pandemia aborda as dificuldades enfrentadas pelos pais e professores diante da alfabetização na educação infantil durante a pandemia. Trazendo relato de uma mãe, conta os principais desafios para ajudar no processo de alfabetização de seu filho; uma pedagoga e uma professora de educação infantil  que relataram como foi sua volta para o presencial e as lacunas que encontraram. Ouça o programa na íntegra:

O produto foi desenvolvido no componente de Radiojornalismo I, com a supervisão do professor Alexandre Augusti e produção dos discentes Caroline Menegassi, Júlia Luiza, Luciane Mancilia e Mariana Collins.

#pedagogia #educaçãonapandemia #SãoBorja  #radiojornalismo

Foto: Pinterest

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Atividade do movimento estudantil da Unipampa no ensino remoto – Programa Representa Unipampa

Por Bianca Bichet Ramires , Bruna Raisa Meredick Pelisari, Eduarda Vaqueiro Medina, Flávia Carolina Fernandes de Andrade, Larissa Corrêa Xavier da Silva e Vitória Monteiro de Carvalho

O programa Representa Unipampa conta as principais ações do movimento estudantil da universidade antes e durante o ensino remoto, além das principais atitudes em relação ao retorno presencial. Ouça o programa na íntegra:

O produto foi desenvolvido no componente de Radiojornalismo I, com a supervisão do professor Alexandre Augusti e produção dos discentes Bianca Bichet Ramires , Bruna Raisa Meredick Pelisari, Eduarda Vaqueiro Medina, Flávia Carolina Fernandes de Andrade, Larissa Corrêa Xavier da Silva e Vitória Monteiro de Carvalho.

#unipampa #SãoBorja  #radiojornalismo

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Turismo 2022 – Programa Aonde anda você

Por Arthur Gomes Fascina, Bruno Rocha Pereira, Gabriela Azevedo Molina, Maria Eduarda Dantas Caetano, Maria Eduarda Correa Cogo e Nathalia Uryu

O programa Aonde Anda Você conta como com o avanço da vacinação o turismo mais uma vez volta a crescer no Brasil e afora em 2022. No entanto, será que as pessoas estão prontas para viajar? E se sim, para onde? Ouça o programa na íntegra:

O produto foi desenvolvido no componente de Radiojornalismo I, com a supervisão do professor Alexandre Augusti e produção dos discentes Arthur Gomes Fascina, Bruno Rocha Pereira, Gabriela Azevedo Molina, Maria Eduarda Dantas Caetano, Maria Eduarda Correa Cogo e Nathalia Uryu.

Foto: Pixabay

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As variações climáticas: causas e impactos no país e no mundo – Programa Integração News

Por Gustavo Fernandes Caetano, Iasmin Pinto Moura, Isabella Lucena Castello Branco Vaz e Nathalia Karoline de Almeida

O programa Integração News conta sobre as últimas tragédias que ocorreram por conta das condições atmosféricas no país, em exemplo, as fortes chuvas na região sudeste e as ondas de calor na região sul, as causas e os impactos que as mudanças no clima podem trazer para o Globo. Para isso, convidamos três especialistas da área de meteorologia para esclarecer sobre o assunto. Ouça na íntegra:

O produto foi desenvolvido no componente de Radiojornalismo I, com a supervisão do professor Alexandre Augusti e produção dos discentes Gustavo Fernandes Caetano, Iasmin Pinto Moura e Nathalia Karoline de Almeida.
Foto: Istock.

#mudançasclimáticas #SãoBorja  #radiojornalismo 

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Estrangeiros e toxicodependência do cigarro eletrônico – Programa vozes da fronteira

Por Anny Bérgami, Diogo Trindade, Helena Biasi, João Gabriel Rangon, Sadira Souza e Thamires Almeida

O programa Vozes da fronteira conta sobre a experiência de estrangeiros fora do seu país de origem, e sobre a nova moda dos cigarros eletrônicos no meio dos jovens. Ouça o programa na íntegra:

O produto foi desenvolvido no componente de Radiojornalismo I, com a supervisão do professor Alexandre Augusti e produção dos discentes Anny Bérgami, Diogo Trindade, Helena Biasi, João Gabriel Rangon, Sadira Souza e Thamires Almeida.

Créditos da ilustração: João Gabriel Tobias Rangon.

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Você sabia que o Brasil possui 19 milhões de pessoas que vivem em situação de fome?

No nosso último episódio da série sobre a situação sócio econômica da região da fronteira oeste falaremos sobre a fome que atinge milhões de pessoas no Brasil, principalmente pelo aumento dos índices de inflação e ao desemprego. Falaremos também sobre alguns projetos sociais que contribuem com essas famílias em situação de fome.

Escute o episódio completo no spotify:

Narração : Pâmela de Lima
Produção : Emilia Sosa, Gabielli Almeron, Kimberlin Valério e Pâmela de Lima
Edição: Kimberlin Valério

Fontes consultadas:

https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2022/01/volta-do-brasil-ao-mapa-da-fome-e-retrocesso-inedito-no-mundo-diz-economista.shtml

https://pesquisassan.net.br/

https://economia.ig.com.br/2022-01-31/inflacao-desemprego-fome.html

https://www.youtube.com/watch?v=UZfcGM2RcAE – 

https://www.youtube.com/watch?v=m0PvrQb7qYQ – 

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Estiagem no RS: O fenômeno climático La Niña e a situação do agronegócio no estado

                                                              Gabrielli Almeron e Emilia Sosa

Fotografia colorida de uma paisagem de um campo dos pampas gaúcho ressecado, onde há um moinho de vento à direita e ao fundo o céu azul.
Foto: Salatiel Moreira

O ano de 2022 começou como nenhum produtor rural no Rio Grande do Sul gostaria. Mais de 400 dos 467 municípios no estado decretaram situação de emergência até 14 de fevereiro, devido a estiagem, segundo a Defesa Civil. 

Em relação ao setor da agropecuária, a Emater/RS-Ascar já calcula estimativas de perdas e contabiliza a situação dos municípios e produtores rurais gaúchos. De acordo com o boletim “Efeito da estiagem nas principais atividades agrícolas”, divulgado pela entidade no dia 12 de fevereiro, aproximadamente 257 mil propriedades, do Rio Grande do Sul, sofrem algum tipo de perda com a falta de chuva. O levantamento indica ainda que 17,3 mil famílias estão com dificuldade no acesso à água. Além disso, informa que em todo o estado, mais de 98 mil produtores de milho e  88 mil produtores de soja registram prejuízos nas lavouras. A produção leiteira também sofre com a estiagem e foram detectadas perdas em  33,1 mil propriedades no estado. 

Devido à escassez de chuva e o prognóstico desfavorável para os próximos meses, o boletim apresenta um cálculo de redução de 54,7% em relação à estimativa inicial na produção de milho, somando um prejuízo de aproximadamente R$ 5,2 bilhões. Em relação à soja, a produção deve ser de 43,8% a menos que o estimado inicialmente, com uma perda econômica de mais de R$ 27,8 bilhões. Na bovinocultura de leite, a falta de chuva diminui a oferta em pastagens nativas, fazendo com que os produtores procurem fonte de alimentos externos para oferecer aos animais, tornando o processo produtivo mais caro que o normal. 

Segundo o agrônomo da Emater/RS, Alex Corrêa, para auxílio dos produtores que já passam por dificuldades financeiras devido às perdas em investimento para a safra de verão, o governo estadual vem traçando táticas imediatas para ajudar neste momento com a prorrogação dos prazos dos pagamentos dos empréstimos, negociação com entidades parceiras, assim como o movimento de políticos junto ao governo federal para garantir recursos e apoio aos agricultores gaúchos.

A longo prazo, para diminuir os impactos de futuros períodos de estiagem, Segundo o agrônomo da EMATER/RS, a longo prazo estão sendo desenvolvidas políticas públicas para estimular a instalação de sistemas de irrigação, armazenamento e construções de açudes nas propriedades com o objetivo de resguardar os anos futuros para que sejam soluções contínuas e não sejam prejudicadas com possíveis mudanças de governo. De acordo com Alex, está sendo discutido na Comissão de Agricultura uma proposta de redução de impostos e de ICMS aos materiais vinculados à irrigação, para estimular a compra desses produtos e a instalação de sistemas de irrigação nas propriedades.  

Sobre o prognóstico da economia para os próximos meses do ano, o agrônomo explica que não são feitos relatórios imediatos com estimativas “Fazemos um levantamento das perdas quantitativas e com certeza, quantificando o valor da cultura poderíamos dar esse valor bruto da perda que ocorreu no estado. Esse valor só no final da safra, apenas com os dados finais da safra”, ressalta Corrêa. 

Apesar dos valores ainda serem estimados, a situação tende a piorar para os pequenos produtores da região da fronteira oeste, devido ao alto investimento realizado para a safra de 2022. “Ano passado foi muito bom, então, o pessoal investiu forte e o problema ficou maior este ano”, disse um agrônomo que trabalha com produtores rurais da fronteira oeste e preferiu não se identificar. 

Mas, por que ocorrem esses longos períodos de seca?

Fenômeno La Niña

De acordo com a meteorologista da Metsul Meteorologia, Estael Sias, o que causa o tempo mais seco na região sul é o fenômeno conhecido como La Niña, “Caracterizado pelo resfriamento do pacífico equatorial, esse evento geralmente dura entre 9 a 12 meses e estamos num período que os índices apontam que essa década é mais favorável ao La Niña, o que não exclui a ocorrência de episódios de El Niño, como aconteceu em 2015”. A meteorologista também comenta que, o que causa esse resfriamento ainda é discutido na comunidade científica, mas que busca condições de monitorar, acompanhar e conhecer suas consequências.

No Rio Grande do Sul, o impacto do La Niña consiste na redução das chuvas, especialmente nos meses de primavera e verão, deixando os períodos chuvosos irregulares, que é basicamente a queda de temporais em áreas isoladas, enquanto em outros locais, não chove. 

Ainda conforme a meteorologista, 2022 é o segundo ano consecutivo de La Niña. Em 2020/2021 o fenômeno foi de outubro a maio e teve fraca/moderada intensidade, agora, em 2022, ele começou em setembro do ano anterior e deve se estender também até abril/maio. Segundo indicativos da meteorologia, o evento climático já registrou seu pico de intensidade que chegou a moderada/forte em janeiro e a partir de agora, os modelos projetam enfraquecimento. Segundo Estael, o La Niña deve continuar influenciando o verão e os registros do seu enfraquecimento não significam a volta da chuva para a região, “a influência não é tão linear, se está forte, a seca é mais severa, mas comparado os dados de precipitação do ano passado para esse, podemos ver que a chuva cortou mais cedo, já desde outubro tem chovido pouco principalmente na região da fronteira oeste”, acrescenta a meteorologista. 

Crise Climática 

Fotografia colorida de uma paisagem onde se vê uma barragem com nível baixo de água. À esquerda, em primeiro plano, há a margem com folhagens secas e várias pedras, ao fundo está o céu nublado
Foto: Salatiel Moreira

Este tipo de fenômeno ocorre principalmente devido às mudanças climáticas que estão ocorrendo em todo o planeta. A meteorologista Estael Sias relata que os últimos 7 anos foram os mais quentes na média a nível global. O calor da atmosfera acaba evidenciando os extremos, tanto no aspecto de extremo calor, quanto de extremo frio. Por isso, os fenômenos ficam mais potentes como no aspecto da chuva excessiva e dos episódios de seca e estiagem. “No Brasil, esse ano nós temos bem claro esses dois extremos, essa estiagem e essa seca que afeta especialmente metade Sul e Oeste do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul e o excesso de chuva com inúmeros desastres e transtornos” em alguns estados do Sudeste e do Nordeste, explicou a meteorologista. 

Devido às condições climáticas, são vistos diversos fenômenos extremos. Estael destaca que não lembra, em 20 anos de meteorologia, de registro de tempestade de terra, de areia no Brasil e “no ano passado foram três em poucas semanas” comenta. A meteorologista explica que esses excessos estão acontecendo em uma frequência muito maior do que a de duas ou três décadas atrás, principalmente porque o aquecimento do planeta está mais evidente desde a década de 1990 e 2000. 

Gráfico que demonstra o aquecimento do planeta de 1850 a 2021
Fonte: University of Reading

De acordo com a Organização Meteorológica Mundial (OMM), a temperatura média global ficou 1,11 graus Celsius acima dos níveis pré-industriais, o que corresponde ao período 1850-1900. Estes fatores propiciam que fenômenos nocivos aconteçam com mais frequência, como é o caso das estiagens severas, ou outros eventos climáticos extremos. Além disso, em relatório divulgado pela OMM destaca-se que dependendo do cenário do caminho da concentração de gases de efeito estufa, é possível que a temperatura média da superfície global (GMST) aumente em 2–5 ° C até o ano 2100. Demonstrando que a velocidade da mudança das temperaturas é significativa: O que antes no passado o aquecimento era de 4°C ao longo de 20 mil  anos, agora se espera que a mudança climática provoque o mesmo aquecimento em apenas dois séculos. O Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) aconselhou a manutenção do aquecimento global abaixo de 1,5°C, porém, ainda, em 2020, o aquecimento já estava aproximadamente 1,2 ° C acima dos níveis pré-industriais.

Fontes consultadas: 

https://www.defesacivil.rs.gov.br/estiagem

http://www.emater.tche.br/site/multimidia/noticias/detalhe-noticia.php?id=33451#.YgpSDd_MLIV

https://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/rfi/2022/01/19/2021-foi-um-dos-sete-anos-mais-quentes-ja-registrados-no-mundo-confirma-agencia-da-onu.htm

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Você sabe o que podia comprar com o Auxílio Emergencial e o que pode comprar com o Auxílio Brasil?

Dando continuidade a segunda parte de conteúdos da nossa série de reportagens sobre a situação socioeconômica da fronteira oeste do Rio Grande do Sul, o i4 Notícias retorna ao supermercado e faz os cálculos mensais do que podia ser comprado com o Auxílio Emergencial e o que pode ser comprado com o Auxílio Brasil.

Apresentação: Pâmela de Lima
Roteiro: Pâmela de Lima
Edição: Kimberlin Valério

Fontes:

São Borja – Auxílio Emergencial

Auxílio Brasil 

Quantidade de famílias atendidas pelo Auxílio Brasil no Sul cresce 26,68% — Português (Brasil).

Entenda as diferenças entre o Auxílio Brasil e o Bolsa Família

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Você sabe o que é Auxílio Emergencial, Auxílio Brasil e Bolsa Família?

No segundo conteúdo da nossa série de reportagens sobre a situação socioeconômica da fronteira oeste do Rio Grande do Sul, o i4 explica o que é o Auxílio Emergencial, Auxílio Brasil e a diferença entre o Auxílio Brasil e o Bolsa Família.

Por Kimberlin Valerio e Pâmela de Lima

Fontes:

São Borja – Auxílio Emergencial

Auxílio Brasil 

Quantidade de famílias atendidas pelo Auxílio Brasil no Sul cresce 26,68% — Português (Brasil).

Entenda as diferenças entre o Auxílio Brasil e o Bolsa Família